Historia da Lingua Galega

Capítulo 6º (25-03-2007) da serie documental Historias de Galiza da TVG dedicado á historia da lingua galega (preme na imaxe).

Sen tempo non era: a CRTVG por fin dispón na rede unha serie de programas divulgativos como este documentario de alto valor didáctico polo que houbo que agardar máis de seis meses… se antes non o deras conseguido nas plataformas de intercambio de arquivos. Noutras canles autonómicas, como EiTB, e estatais levan moitos anos poñendo á venda produtos de grande interese para a poboación en xeral e para o ámbito educativo en particular… mentres que en Galiza até os produtos de éxito contrastado coma o Xabarín saíron tarde, mal e arrastro.

De momento na rede, para cando nos quiosques?

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7 respostas a “Historia da Lingua Galega

  1. Excelente documental. Voullo poñer ós meus alumnos e alumnas. Están en 5º pero xa é tempo de que se vaian enteirando de onde vimos e onde estamos. Saúdos.

  2. Moi bo e claro para os rapaces. Está moi ben co fim de deixar claras muitas coisas da nossa história. Xa se sabe que lhes hai que dar todo mastigado.
    Aproveito pra felicitar o Nadal a toda a gente, e especialmente ao autor desta marabilha de blog. Uma aperta a tod@s e BOM NATAL

  3. Ernesto Silva Lobo

    Assunto: O Galego do Século XXI é o Português de hoje como já o era no século IX. A imposição do contrário é divisionismo e neocolonialismo castelhano.

    FACTOS:

    Os portugueses são uma parte do povo galego que se tornaram independentes do reino de Leão que na época ocupava a Galiza.
    O cidadão Galego Dom Afonso Henriques libertou do reino de Leão parte da Galiza ( a sul do rio Minho) e a essa parte deu-lhe o nome de Reino de Portugal em homenagem a uma antiga localidade perto da cidade do Porto que se chamava Portos Cale.
    Tornou-se o primeiro rei de Portugal com a capital na cidade de Guimarães. Só muito mais tarde depois da conquista de Lisboa aos mouros a capital passou para esta cidade.
    Os territórios da Galiza a sul do rio Minho são hoje as seguintes províncias portuguesas: Minho (capital Braga), Trás-os-Montes (capital Bragança),Douro (capital Porto), Beira Alta (capital Guarda), Beira Baixa (capital Castelo Branco), Beira Litoral (capital Coimbra).
    A palavra “Beira” significava fronteira com os territórios mouros, ou seja o fim do extremo sul da Nação Galega.
    Depois estes galegos do sul com o nascimento do Reino de Portugal começaram-se a chamar de portugueses de forma a se destinguirem dos outros galegos a norte do rio Minho que continuavam ocupados pelo reino de Leão.
    O Galego Dom Afonso Henriques fundador do país lusitano começou a conquistar a sul para lá das “Beiras” as terras aos mouros formando o Portugal moderno de hoje. Aos mouros foram conquistadas as seguintes províncias portuguesas: Extremadura (capital Lisboa), Ribatejo (capital Santarém), Alto Alentejo (capital Évora),Baixo Alentejo (capital Beja)e o bisneto de Dom Afonso Henriques, o rei Dom AfonsoIII conquistou o Algarve (capital Faro). O rei Dom Fernando de Portugal ainda libertou temporariamente de Castela a Galiza a norte do rio Minho. Mais tarde descobriram as ilhas dos Açores e da Madeira desabitadas e povoaram-nas.
    Por isso portugueses e galegos têm a mesma origem não só linguisticamente como têm a mesma matriz humana. São o mesmo povo original do extremo norte da península ibérica.
    A única diferença é que uns mais a norte passaram do domínio do reino de Leão para a colonização castelhana enquanto outros a sul seguiram um destino independente, conservando e aperfeiçoando a sua língua e desenvolvimento humano.
    Os galegos do sul independentes que entretanto passaram-se a chamar portugueses. Depois de conquistarem as terras aos mouros na península, expandiram-se mantendo por séculos a soberania em vários territórios do mundo como exemplo:
    1- Norte de África: Aguz, Alcácer-Ceguer, Arzila, Azamor, Ceuta (hoje espanhola), Mazagão, Mogador, Safim, Agadir, Tânger e Ouadane.
    2- África Subsariana: Gana, Senegal, Angola, Guiné, Guiné Equatorial, Benim, Melinde, Mombaça, Moçambique, Quiloa, Arguim, Ilha Ano Bom, Cabinda, Cabo Verde, São Jorge da Mina, Ilha Fernando Pó, Costa do Ouro Portuguesa, Fortaleza de São João Baptista de Ajudá, São Tomé e Príncipe, Socotorá,Zanzibar, Ziguinchor, Ilhas de Ascenção e Santa Helena, Congo, Zâmbia, Camarões, Gâmbia e zimbabwe.
    3- Ásia Ocidental: Bahrein, Ormuz, Mascate e Bandar Abbas.
    4- Subcontinente Indiano: Canacor, Chaul, Chittagong, Cochim, Cranganor, Ceilão, Laquedivas, Maldivas, Baçaim, Bombaim (Mumbai), Calecute, Hughli, Nagapattinam, Paliacate, Coulão, Salsette, Masulipatão,Mangalore, Singapura, Surate, Thoothukudi, São Tomé de Meliapore e Estado Português da Índia ( Goa, Diu, Damão, Dadrá e Nagar-Aveli).
    5- Ásia Oriental: Bante, Flores, Macau, Macassar, Malaca, Molucas, Amboina, Ternate, Tidore, Nagasaki (no Japão cidade fundada pelos portugueses em 1571) e Timor.
    6- América do Norte: Terra Nova, Labrador e Nova Escócia.
    7- América Central e Sul: Brasil, Barbados, Guiana Francesa e Cisplatina (Actual Uruguai na época portuguesa a capital era Sacramento ,hoje conhecida por Colónia de Sacramento, cidade fundada e povoada tanto por pessoas como até animais domésticos originários do Minho do norte de Portugal).
    Estes galegos do sul independentes criaram um dos maiores impérios do mundo. Hoje são vários os países onde se fala o português/galego.
    A língua portuguesa que é o galego do século XXI, com mais de 215 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. É o idioma oficial de Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Macau e Timor-Leste, sendo falada no Ex-Estado Português da Índia (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli)e Guiné Equatorial (A partir de Dezembro de 2007 língua oficial), além de ter também estatuto de língua oficial na União Europeia, no Mercosul e na União Africana.
    Há ainda por todo o mundo milhões de falantes como em África, América central, Ásia e Oceânia de vários crioulos que usam as palavras portuguesas embora com fórmulas gramaticais diferentes. São perfeitamente entendíveis. Isto se deve ao facto da língua portuguesa/galega ser durante os séculos XVI, XVII e XVIII o idioma utilizado no comércio internacional de toda a costa oriental e ocidental de África , Golfo Pérsico, Índia e Ásia incluindo Malásia, Indonésia, China, Japão.
    A língua Galega/Portuguesa considera-se com a matriz formada a partir do século IX, como resultado da assimilação do latim vulgar falado pelos conquistadores romanos a partir do século II d.C.
    Na península Ibérica foi língua culta mesmo fora da Galiza e de Portugal como nos reinos vizinhos de Leão e Castela. Escrevendo em galego/português, por exemplo, o rei castelhano Afonso X o Sábio, as suas “Cantigas de Santa Maria”. A sua importância foi tal que se considera a segunda grande literatura durante a Idade Média só depois do Occitano.
    Na península Ibérica a língua galega/portuguesa esteve estável e comum a Portugal e Galiza mais de setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena, mas as derrotas que os nobres galegos sofreram ao tomar partido pelos bandos perdedores nas guerras pelo poder em finais do séc. XIV e princípios do séc. XV provoca a colonização da nobreza galega e a dominação castelhana, levando à opressão e ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso da língua até finais do século XIX na Galiza. São os chamados “Séculos Escuros”. O galego/português de Portugal, por seu lado, durante este período (“Séculos Escuros”) gozou de protecção e desenvolvimento livre, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora da colonização e do domínio linguístico castelhano..
    Há quem defenda em Espanha que o galego deve ser o português arcaico com algumas polémicas modificações e não o moderno. Esses defensores querem acabar com a cultura galega. Eles sabem que o português arcaico não tem condições de se impor, não representa nem é capaz de expressar o pensamento moderno e as evoluções tecnológicas actuais. Pelo contrário o galego genuíno e moderno é uma mais valia para todos os galegos e para a própria Espanha. Os galegos passam a ser bilingues “Hablando” o idioma do colonizador o castelhano e “Falando” a língua dos seus pais o galego/português. Com isso passam a falar com mais de 700 milhões de falantes nativos em todo o mundo. Esta é a grande vantagem que os galegos têm em relação às outras línguas minoritárias peninsulares como as catalã e basca. Os Galegos têm como língua materna o 3º idioma ocidental. Os deputados galegos podem falar o galego do século XXI no parlamento Europeu mas não infelizmente no espanhol. Isso é humilhante para um povo e é a parte pior que existe numa colonização.
    Para a recuperação da língua galega oprimida há séculos é imprescindível a transmissão de rádios e televisões portuguesas em canal aberto em toda a Galiza e municípios falantes do galego das Astúrias e Castela Leão. Em entrevista à Lusa, Emilio Perez Touriño explicou que as “grandes dificuldades” têm a ver com “as limitações do espaço radioeléctrico existente” na Galiza. Haja vontade política. Isto é uma falsa questão para adiar o mais possível a restauração da língua galega actualizada e genuína ao povo galego.
    É preciso o ensino escolar obrigatório do galego do século XXI e a televisão galega deixar de falar em português arcaico. O português mediaval não tem qualquer utilidade nos tempos modernos. Os galegos têm o direito de falar a língua dos seus pais actualizada e não de forma mediaval e castelhanizada como o Estado espanhol através da tv da Galiza promove. Não se compreende porque alguém com responsabilidades no Estado Espanhol tem receio que os galegos falem a sua língua materna actualizada e com expressão mundial. Há quem tente criar um “galeguito” a partir do português mediaval. Esse “galeguito” morrerá sem expressão e insistir nele é destruir a cultura galega definitivamente depois de tantos anos de opressão.
    É fundamental o galego ser actual. Não se consegue expressar bem com um idioma do passado com adulterações neocolonialistas castelhanizadas. Pelo contrário o galego actual será o encontro dos galegos com as suas origens e ganham em simultâneo um poderoso meio de comunicação quer a nível cultural como comercial, que ajudará a crescer a Nação Galega neste mundo globalizado.
    Só assim se respeita a dignidade do povo galego e a própria Espanha se beneficia. O rei Dom João Carlos viveu a sua infância em Portugal, primeiro aprendeu a falar bem português e só depois castelhano. Contudo é rei de Espanha.
    Os galegos não deixam de pertencerem ao Estado Espanhol por falarem a língua dos seus pais actualizada. Agora atitudes de neocolonialismo, adulterarem, falsificarem a língua com receio do crescimento da Nação Galega é crime cultural.
    Na cultura galega respeita-se os mais velhos e a Nação Galega merece ser respeitada quanto mais não seja por ser mais velha do que o próprio Estado Espanhol.
    Pela dignidade do povo galego.

    Notas importantes:

    1-Pela Nação GALEGA e pela causa da recuperação da nossa língua materna e genuína reenvie para os e-mails de 10 amigos seus esta mensagem. Promova a consciência GALEGA. Se cada um de nós que recebermos esta mensagem a enviarmos a 10 amigos, toda a Galiza a receberá.

    2- O ortografia do “galeguito” que o estado espanhol e quem com ele colabora, com o dinheiro dos nossos impostos, está a tentar impor aos galegos é um crime cultural maior do que a própria colonização castelhana. O “galeguito” não tem qualquer utilidade e isola-nos no mundo, é uma forma de destruir a cultura galega e reduzir-nos a nada. Os galegos têm a 3ª língua mais falada no mundo ocidental como idioma materno não precisam de inventar ortografias. Que se acabe com a relação colonizador colonizado. Queremos ser respeitados dentro do estado espanhol. Limpemos os “Séculos Escuros” e o castelhano de nosso idioma escrevendo puro galego no português actual.

  4. Ernesto Silva Lobo

    Portugal de hoje territorialmente na peninsula Ibérica é cerca de 50% de terras da antiga Galiza a sul do rio Minho e 50% de terras conquistadas aos mouros. Matriz humana em todo o território é galega porque as terras conquistadas aos mouros foram maioriáriamente povoadas pelo povo da Galiza a sul do rio Minho. As ilhas dos Açores e Madeira foram povoadas maioritariamente por portugueses. Por isso toda a matriz do povo português é galega com cruzamentos e influência humana de vários continentes por onde o antigo império português existiu.
    Portugueses e Galegos são o mesmo povo originário do extremo norte da peninsula. Por isso é natural terem a mesma língua. Com a Galiza livre se não tivesse vivido os “Séculos Escuros” e sofrido a colonização castelhana hoje ninguém estava discutindo isto.
    Escreva GALEGO PURO escrevendo o português actual.

  5. para mim o galego nao deve falar portugues isso e perder a sua identidade de povo e cultura muitos potugueses atualmente falam e crioulo tem estado a perder a sua cultura e identidade de povo quando se ve no nosso dicionario palavras de origem de cultura vodu os que fizeram isso merciam era com o dicionario nas bentas nao tem vergonha nenhuma ensinam os portuguese a falar mal para que nunca sejam espertos penso que os portugeses que nao querm perder asua identidade devem falar galego. sem mais borges…………

  6. portugueses e galegos tem a mesma gense por isso deviam falar a mesma lingua.Os Galegos que nao querem perder a sua identidade deviam exigir ao governo portugues um acordo linguistico e nao deixar perder a sua cultura. os portugueses enquanto andam a fazer acordos linguisticos com os africanos que nao tem nada a ver conosco desde que se tornaram independentes o que fizeram foi destruir a cultura portuguesa.tambem andam acrescentar palavras africanas ao nosso dicionario palavras que so os marginais e que falam.portanto e com os galegos que deviamos ter um acordo ortografico. e falarmos todos da mesma maneira obrigado borges

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